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Cultura

Alice Phoebe Lou regressa a Portugal e estreia o Coliseu Box

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No passado dia 26 de janeiro, a sul-africana Alice Phoebe Lou deu o seu primeiro concerto de 2026 no Coliseu do Porto, dois anos depois da sua última passagem na cidade, com Strongboi no CCOP.

Uma noite bastante chuvosa foi palco da estreia do novo Coliseu Box, com a cantora-compositora a abrir as hostilidades desta nova rendição do espaço do Coliseu do Porto. E consigo trouxe um repertório de 20 faixas, que confessou ser aquele que se adequava ao momento, talvez com uma intenção de pureza e honestidade na sua atuação.

Esta sala, que na verdade se apresenta como uma transformação da própria sala do Coliseu do Porto, caracteriza-se por um certo isolamento, como um grande cilindro vertical de pano negro que nos rodeia e cria uma atmosfera mais próxima entre artista e público. O espaço contém capacidade para 750 lugares em pé, e Alice Phoebe Lou foi capaz de esgotar os bilhetes, com centenas de pessoas distribuídas pelo espaço.

A abertura do concerto, mais intimista, contou apenas com a artista a solo, somente a sua voz sedutora acompanhada por uma guitarra acústica, que dialogava com as suas palavras. Uma forma mais cuidada de apresentar algum do seu mais recente trabalho, o disco Oblivion, contando com rendições de Darling, Pretender e Mind Reader.

Após esta secção, Alice Phoebe Lou convidou ao palco dois dos seus companheiros de banda, Ziv Yamin e Dekel Adin, nas teclas e nas cordas, respetivamente. Iniciou-se, então, a atuação dos seus maiores êxitos, e em grande volume. Only When I e Open My Door foram apenas algumas das músicas que mais levaram ao rubro o público portuense, tendo a artista concluído o seu concerto com Witches, quase como um “miminho” para os fãs, no final da sua notória prestação.

Texto:
Diogo Macedo Malcata

Fotografia:
Inês Aleixo @ 0xiela (Instagram)

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